Celebração na Palma da Mão atravessa Circuito Osmar com samba e espiritualidade
As ruas do Circuito Osmar recebeu a malandragem do Bloco Celebração na Palma da Mão, na tarde desta segunda-feira (16).
As ruas do Circuito Osmar recebeu a malandragem do Bloco Celebração na Palma da Mão, na tarde desta segunda-feira (16). Com referências a espiritualidade e o tema “Tambor a boca do mundo”, a agremiação desfilou com alas caracterizadas e carisma marcante.
Apoiado pelo Ouro Negro, programa de incetivo aos blocos de matriz africana promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), o Celebração na Palma da Mão não deixou ninguém parado e desanimado na avenida. O samba, tema do Carnaval deste ano, deu o ritmo para os associados e foliões de fora da corda.
Com cerca de 300 associados, o desfile deu início com uma ala de homens trajados de Zé Pilintra e mulheres de Cigana, figuras celebradas nas religiões de matriz africana. Acompanhado-os também estava a porta-bandeira, um conjunto de de balé e a banda percussiva com 20 músicos e um casal de porta-bandeira.
O presidente do Celebração na Palma da Mão, João Sacramento, celebrou o desfile e a valorização da musicalidade das raízes baianas e apoio do Ouro Negro no incentivo dos blocos que resgatam à ancestralide dos povos que deram início ao Carnaval popular e democrático presente nas ruas.
“Viemos às ruas com brilho, trazendo uma musicalidade raiz, o samba, a essência. Tudo isso deve-se ao decisivo apoio do Governo do Estado da Bahia. O Ouro Negro viabiliza a condição de se colocar as entidades nas ruas com toda essa pujança, mantendo-se a cultura, tradição, trazendo a velha guarda para brincar o Carnaval”, destacou o dirigente
Texto de Gabriel Freitas
Fotos divulgação do celebração
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